terça-feira, 22 de outubro de 2013

Carta de L. Para S. [1]


Andando sem rumo num deserto, resolvi parar por um momento.
Foi na sombra de um coqueiro que dei um tempo.
Procurava escrever um verso pensando em alguém...
Mas foi em vão, porque as inspirações vinham do além, e não do coração.
Algo surgiu em minha frente,
Algo que não pude identificar.
Foi muito derrepente...
Não pude correr, então, resolvi ficar.
Era de fato uma imagem.
Seu jeito, e o seu sorriso me cativou, aqui e ali.



E descobri que não era miragem.
Era com certeza você S....
Segure firme minha mão...
E permita que...
Eu caminhe contigo...

De L. para S.

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